A tão esperada prestação de contas do governo Moacir foi apresentada na manha desta quinta-feira (13/2), pelo secretario da Fazenda, Gilso Gotardo. Já era esperado que o governo Moa ia fazer a mesma choradeira da divida para justificar a estagnação e a paralisa das obras no exercício de 2013. Pasmem! Para a minha surpresa, o governo alegou ter gasto R$ 31 milhões para pagamento da “tal divida”. Se o orçamento de 2013 era de aproximadamente R$ 700 milhões, o governo tucano utilizou 5% deste total. Se restou 95%, por que a cidade esta nesta paralisia?
Na prestação de contas, o governo contesta os gastos com pessoal, considerando uma despesa excedente. Alem disso, não reconhecem a importância da captação de recursos federais para obras estruturantes da cidade por intermédio de financiamentos.
Fica evidente a diferença de concepção de gestão entre os governos do PT e do PSDB. Temos um projeto político aliado ao governo federal para captação de recursos que foram investidos no desenvolvimento econômico e social do Município como: a construção de 10 mil casas, 18 unidades de saúde, cinco novas escolas de ensino fundamental, revitalização da Avenida João Correa, os PACs Arroio Kruse, Cerquinha e da Manteiga, entre outras.
Diferente do governo tucano, que defende o Estado mínimo, o governo PT sempre investiu na valorização e qualificação dos serviços públicos. Nosso governo garantiu a contratação de mais de 2 mil funcionários por concurso publico.
Ao questionar o secretario da Fazenda sobre os investimentos da prefeitura a curto, médio e longo prazo...fiquei sem respostas? Pelo que tudo indica a choradeira vai continuar. O que o atual governo precisa e trabalhar!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
MUNICÍPIO VIVE O ABANDONO PELA CÚPULA DO SÉTIMO ANDAR
Ao ocupar a tribuna, na noite de ontem (11/2), manifestei minha indignação com o governo municipal pelo total abandono da cidade. O sétimo andar, ocupado pela cúpula do governo municipal, abandonou o povo, que está sofrendo com as condições precárias de sobrevivência: falta água, luz, limpeza urbana...Se não derem uma solução, o povo vai sair às ruas para exigir que o governo garanta direitos essenciais à população. Chega de esconder a falta de gestão! O atual governo precisa admitir que existe um racionamento de água e organizar melhor essa situação para que todos os bairros sejam contemplados com o abastecimento. Existem locais, que estão sem água há dias! Não adianta reclamar de dívida anterior, o sétimo andar tem é que trabalhar para atender o povo!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Nestor Schwertner critica governo municipal pelo racionamento de água, perseguição política aos conselheiros tutelares e situação do Arroio Gauchinho
O vereador Nestor Schwertner
usou a tribuna da Câmara de São Leopoldo, na noite de ontem (4/2), para defender a democracia e o direito das pessoas para manifestar
suas opiniões e reclamações. “Não cabe à secretária Carmem Renee aplicar
penalidades aos conselheiros tutelares legitimamente eleitos pela população. Não
dá pra aceitar o autoritarismo!”, repudiou Nestor. “Inclusive, uma emenda do
deputado federal Ronaldo Zulke (PT) prevê recursos de R$ 100.00 com dois kits
para o reaparelhamento dos conselhos tutelares. Cada kit inclui um veículo, que
ainda não foi liberado porque o governo municipal não fez o licenciamento.
Precisamos de mais agilidade!”, acusou. “Além das constantes reclamações da
comunidade pelo caos na saúde, agora com o calor intenso de graus, a população sofre
com o racionamento de água, que a prefeitura insiste em dizer que não existe.
Outra situação lamentável é o Arroio Gauchinho. Depois da pressão popular, o
atual governo finalmente deu continuidade às obras que iniciaram no governo PT.
No entanto, a comunidade local exige providências da prefeitura quanto às
desapropriações e à infraestrutura do entorno, pois no último temporal houve
diversos transtornos. Queremos mais dignidade para a população de São Leopoldo.”
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Vereadores do PT utilizam a tribuna na primeira sessão de 2014 que ocorre nesta terça-feira (4/2)
Vereadores do PT utilizam a tribuna na primeira sessão de 2014 que ocorre nesta terça-feira (4/2)
Os vereadores da bancada petista na Câmara Municipal de São Leopoldo voltam a ocupar a tribuna, durante a primeira sessão de 2014, que ocorre nesta terça-feira, às 18h. Carlinhos Fleck, Nestor Schwertner e Luiz Antônio Castro irão reforçar a oposição ao atual governo, reivindicando melhorias na saúde e infraestrutura do Município. A falta de água, a situação precária do Arroio Gauchinho, entre outros assuntos estarão em pauta no debate de terça, que é reservado para manifestação dos vereadores. Já na quinta-feira, o Legislativo retoma a votação de projetos. A Bancada do PT continuará fazendo uma oposição transparente, digna e coerente, agindo a favor dos trabalhadores e da população.
Assessoria de imprensa da Bancada do PT - Simone M. Ramos - Mtb 8584
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Artigo: Por que o Brasil está certo ao investir em Cuba - Por José Antonio Lima O investimento no Porto de Mariel amplia o alcance do comércio e a área de influência do Brasil.
Causou certa indignação em determinados setores da sociedade brasileira
a inauguração do porto de Mariel, em Cuba, na segunda-feira 27, com a presença
de Dilma Rousseff. O espanto se deu por que a obra foi erguida graças a um
financiamento do BNDES, que data ainda do governo Lula. Atribui-se o
investimento a uma aliança ideológica entre os governos petistas e a família
Castro, responsável pela ditadura na ilha. É um equívoco ver o empréstimo desta
forma. Trata-se de um ato pragmático do Brasil.
O porto de Mariel é um colosso. Ele é considerado tão sofisticado quanto
os maiores terminais do Caribe, os de Kingston (Jamaica) e de Freeport
(Bahamas), e terá capacidade para receber navios de carga do tipo Post-Panamax,
que vão transitar pelo Canal do Panamá quando a ampliação deste estiver
completa, no ano que vem. A obra, erguida pela Odebrecht em parceria com a
cubana Quality, custou 957 milhões de dólares, sendo 682 milhões de dólares
financiados pelo BNDES. Em contrapartida, 802 milhões de dólares investidos na
obra foram gastos no Brasil, na compra de bens e serviços comprovadamente
brasileiros. Pelos cálculos da Odebrecht, este valor gerou 156 mil empregos
diretos, indiretos e induzidos no País.
A obra “se pagou”, mas o interesse do Brasil vai além disso. Há quatro
aspectos importantes a serem analisados.
O primeiro foi exposto por Dilma no discurso feito em Cuba. O Brasil
quer, afirmou ela, se tornar “parceiro econômico de primeira ordem” de Cuba. As
exportações brasileiras para a ilha quadruplicaram na última década, chegando a
450 milhões de dólares, alçando o Brasil ao terceiro lugar na lista de
parceiros da ilha (atrás de Venezuela e China). A tendência é de alta se a
população de Cuba (de 11 milhões de pessoas), hoje alijada da economia
internacional, for considerada um mercado em potencial para empresas
brasileiras.
Esse mercado só será efetivado, entretanto, se a economia cubana deixar
de funcionar em seu modo rudimentar atual. Como afirmou o subsecretário-geral
da América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antonio
José Ferreira Simões, o modelo econômico de Cuba precisa “de uma atualização”.
O porto de Mariel é essencial para isso, pois será acompanhado de uma Zona
Especial de Desenvolvimento Econômico criada nos moldes das existentes na
China. Ali, ao contrário do que ocorre no resto do país, as empresas poderão
ter capital 100% estrangeiro. Dono de uma relação favorável com Cuba, o
Itamaraty está buscando, assim, completar uma de suas funções primordiais:
mercado para as empresas brasileiras. Não é à toa, portanto, que o Brasil abriu
uma nova linha de crédito, de 290 milhões de dólares, para a implantação desta
Zona Especial em Mariel.
Aqui entra o terceiro ponto, a localização de Mariel. O porto está a
menos de 150 quilômetros do maior mercado do mundo, o dos Estados Unidos. Ainda
está em vigor o embargo norte-americano a Cuba, mas ele é insustentável a longo
prazo. “O embargo não vai durar para sempre e, quando cair, Cuba será
estratégica para as companhias brasileiras por conta de sua posição
geográfica”, disse à Reuters uma fonte anônima do governo brasileiro. Tendo em
conta que a população cubana ainda consistirá em mão de obra barata para as
empresas ali instaladas, fica completo o potencial comercial de Mariel.
Há ainda um quarto ponto. Ao transformar Cuba em parceira importante, o
Brasil amplia sua área de influência nas Américas em um ponto no qual os
Estados Unidos não têm entrada. A administração Barack Obama é favorável ao fim
do embargo, como deixou claro o presidente dos EUA em novembro passado, quando
pediu uma “atualização” no relacionamento com Cuba. Ocorre que a Casa Branca
não tem como derrubar o embargo atualmente diante da intensa pressão exercida
no Congresso pela bancada latina, em sua maioria linha-dura. No vácuo dos EUA,
cresce a influência brasileira.
Grande parte das críticas ao relacionamento entre Brasília e Cuba ataca
o governo brasileiro por se relacionar com uma ditadura que não respeita
direitos humanos. Tal crítica tem menos análise de política externa do que
ranço ideológico, como prova o silêncio quando em destaque estão as relações
comerciais do Brasil com a China, por exemplo. Não há, infelizmente, notícia de
um Estado que paute suas relações exteriores pela questão de direitos humanos.
Se a regra fosse essa, possivelmente o mundo não seria a lástima que é.
Soma-se a isso o fato de que manter boas relações com Cuba é uma prática
do Estado brasileiro, não do governo atual. As relações Brasília-Havana foram
reatadas em 1985 e têm melhorado desde então. Em 1992, no governo Fernando
Collor, houve uma tentativa de trocar votos em eleições para postos em
organizações internacionais. A prática, como a Folha de S.Paulo mostrou em
2011, continuou no governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), sob o qual o
Brasil também fechou parcerias e intercâmbios com Cuba.
De fato, em 1998 o então chanceler de FHC, Luiz Felipe Lampreia, se
encontrou com um importante dissidente cubano, Elizardo Sánchez, algo que o
governo brasileiro parece muito distante de fazer. Pode-se, e deve-se, criticar
o fato de o Planalto sob o PT não condenar publicamente as violações de
direitos humanos da ditadura castrista, mas não se pode condenar o investimento
no porto de Mariel. Neste caso, prevaleceu o interesse nacional brasileiro.
* José Antonio Lima é jornalista e editor do site
da CartaCapital.
Texto publicado no site do PT nacional
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Nestor Schwertner e vereadores de Campo Bom e Taquara debatem saneamento com presidente do Consórcio Prósinos
O
vice-presidente do Comitê Legislativo de Acompanhamento das Ações do PróSinos,
Nestor Schwertner (PT/SL) e os vereadores Victor Souza (PC do B/Campo Bom) e
Guido Mário Prass Filho (PP/Taquara) estiveram reunidos com o prefeito de São
Leopoldo e presidente do Consórcio PróSinos, Anibal Moacir, na tarde desta
terça-feira (14/1/2014). A diretora do Consórcio, Viviane Diogo também
acompanhou a conversa, que teve como pauta o plano municipal de saneamento dos municípios
da bacia hidrográfica do Rio dos Sinos. Ela informou que o prazo para as
cidades enviarem seu plano foi prorrogado até abril deste ano. “São Leopoldo,
Santo Antônio da Patrulha e Campo Bom são os municípios mais adiantados com o
plano”, comentou Viviane. “Existe um
plano de metas regionais e municipais que devem ser cumprido conforme a
realidade das cidades.”
Os vereadores do Comitê
Legislativo do PróSinos sugeriram que o plano de saneamento seja aprofundado
entre os prefeitos e vereadores da região.
A proposta foi aceita pelo prefeito Moacir e a diretora do Consórcio,
Viviane Diogo irá organizar um calendário de reuniões regionais, sendo a
primeira em São Leopoldo, prevista para final de fevereiro. O vereador Nestor
Schwertner aproveitou a ocasião para reforçar a importância de se criar uma
agencia reguladora para controlar o uso da água do rio. “Seria um ente
regulador gerido pelo poder público, entidades e usuários, a fim de evitar novas
tragédias ambientais e preservar o Rio dos Sinos”, salientou.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Inauguração da Praça da Juventude em Novo Hamburgo
Acompanhei no final da tarde de ontem (8/1/2014), a inauguração da Praça da Juventude, em Novo Hamburgo, com a presença do prefeito, Luis Lauermann e do ex-prefeito, Tarcísio Zimmermann. Com área de 7.625 metros quadrados, o espaço fica localizado na Rua Honduras, 150, esquina com a Rua Boston, no bairro Santo Afonso. A Praça vai beneficiar as famílias que moram nos arredores e os jovens, que terão acesso a projetos culturais de inclusão e integração social. O investimento total da obra foi de R$ 1.848.812,90, sendo R$ 195.936,41 provenientes do Município e o restante do Governo Federal. Parabéns ao Município vizinho e um forte abraço ao prefeito Lauermann e seu secretariado!
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